ÚLTIMAS DA REDAÇÃO
O território como ativo estratégico
A existência de pelo menos 23 casos distintos de atuação ministerial relacionados a projetos conduzidos sem Consulta Livre, Prévia e Informada indica falta de diálogo entre empresas e comunidades. Entenda os aspectos a serem analisados por empresas que atuam em territórios sensíveis.
Ao reduzir a centralidade de recursos concentrados e disputados e ao ampliar a autonomia energética, a transição para fontes mais limpas contribui para um ambiente internacional menos sujeito a choques recorrentes. Mais do que uma agenda ambiental, ela dialoga diretamente com estabilidade econômica e segurança global
Práticas mais sustentáveis na pecuária, diversificação na produção local, circuitos curtos de comercialização de alimentos, valorização da culinária regional e ampliação dos ingredientes da sociobiodiversidade são algumas das saídas apontadas por especialistas.
Rodovias inteligentes serão decisivas diante do avanço dos eventos climáticos extremos
A transição e a mitigação climática de toda a malha logística pesada do País exigirão um aporte de R$ 3,42 trilhões até 2050. Estimativas do Plano Nacional de Adaptação indicam que entre 20% e 25% da malha federal pavimentada corre alto risco de interrupção por fatores climáticos até 2030; cada R$ 1 investido em prevenção pode gerar economia de até R$ 4 em reconstruções.
A energia que une a Amazônia
Os países que compartilham a Amazônia enfrentam um mesmo desafio: garantir acesso à energia de qualidade para 5 milhões de pessoas que ainda vivem no escuro. Quando a energia elétrica chega às comunidades, o impacto é transformador: gera renda, fortalece a autonomia e a coesão social e promove o desenvolvimento local
As infâncias na ação climática global
Crianças não podem ser apenas mencionadas nas políticas climáticas. Elas precisam ser consideradas de forma explícita na implementação, nos indicadores, nos mecanismos de participação e nos sistemas de monitoramento. Sem isso, o risco é perpetuar um padrão recorrente das negociações climáticas internacionais: reconhecer grupos vulneráveis nos textos, mas não garantir instrumentos para que esse reconhecimento produza mudanças concretas.