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O relatório amplia a análise para todos os biomas brasileiros, revela o papel do agronegócio na expansão das florestas brasileiras, e defende a adaptação climática como eixo estruturante da economia florestal. Mas, sem mudanças estruturais na forma de financiar a agenda florestal, apenas ampliar o fluxo de recursos não será suficiente. O levantamento, que será apresentado nas três COPs deste ano, foi realizado por Instituto Arapyaú, Instituto Itaúsa, Agroicone, Indústria Brasileira de Árvores, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Instituto Clima e Sociedade, Imazon, Amazônia 2030, CEBDS e Uma Concertação para a Amazônia, com edição da Página22. Um dos objetivos é influenciar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) para que reconheça as florestas como centrais para remoção e armazenamento de carbono

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Apenas 35% das empresas ao redor do mundo reconhecem eventos climáticos extremos como um risco financeiro material, enquanto 62% das cidades, estados e regiões já relatam sofrer os impactos, segundo análise do CDP. A organização recomenda que as empresas tratem eventos climáticos extremos como um risco empresarial sistêmico, reconhecendo sua dependência de sistemas compartilhados, como infraestrutura, serviços públicos e redes logísticas, em vez de focar apenas na exposição de seus ativos

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