<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Página 22 &#187; saúde</title>
	<atom:link href="http://pagina22.com.br/index.php/tag/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pagina22.com.br</link>
	<description>Informações para o novo século</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 14:46:43 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Maratona de emagrecimento coletivo</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2011/01/maratona-de-emagrecimento-coletivo/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2011/01/maratona-de-emagrecimento-coletivo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 20:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Scharf</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=10701</guid>
		<description><![CDATA[Maratonas de emagrecimento coletivo tornam-se cada vez mais comuns nos Estados Unidos &#8211; o país onde a obesidade e a competitividade tomam proporções epidêmicas.
Tome-se o caso da pequena Nevada City, no estado da California. Cerca de mil pessoas, um terço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10703" class="wp-caption alignleft" style="width: 385px"><a href="http://www.flickr.com/photos/eustaquio/4525960190/"><img class="size-large wp-image-10703" title="adam" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2011/01/adam1-375x270.jpg" alt="Adão e Eva, de Fernando Botero, fotografados por Eustaquio Santimano, via Flickr" width="375" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Adão e Eva, de Fernando Botero, fotografados por Eustaquio Santimano, via Flickr</p></div>
<p>Maratonas de emagrecimento coletivo tornam-se cada vez mais comuns nos Estados Unidos &#8211; o país onde a obesidade e a competitividade tomam proporções epidêmicas.</p>
<p>Tome-se o caso da pequena Nevada City, no estado da California. Cerca de mil pessoas, um terço da população do município, participaram de um programa de ajuda mútua que levou à perda de um total de 4 toneladas de gordura num período de oito semanas.</p>
<p>Os moradores da cidade foram organizados em times que competiam para ver quem conseguiria emagrecer mais rápido. Os organizadores começaram a promover enormes encontros semanais que ofereciam aulas de jazz, massagem, avaliações médicas e palestras sobre nutrição e saúde. Restaurantes criaram menus de baixas calorias e supermercados ampliaram as promoções de frutas e verduras.</p>
<p>Isto ocorreu em 2003. Desde então, essa modalidade de regime coletivo espalhou-se pelo país. Segundo Carole Carson, que lançou o conceito em Nevada City, a iniciativa teve sucesso porque é muito difícil perder peso sozinho. “Se você já tentou perder peso sozinho, sabe como isso é difícil, solitário e deprimente”, disse ela recentemente à revista <a href="http://www.americanprofile.com/article/43711.html" target="_blank">American Profile</a>, espécie de concorrente da Reader’s Digest. Já o esforço conjunto e a pressão de amigos e parentes aumentam a disposição dos participantes.  “Nós conseguíamos nos divertir”, disse Carson.</p>
<p>Os moradores de <a href="http://www.startribune.com/local/64177622.html">Albert Lea</a>, no estado de Minnesota, foram mais longe. Seu objetivo não era apenas emagrecer, mas também melhorar sua qualidade de vida em outros departamentos. Decidiram reavaliar seus hábitos para aproximá-los dos de outras culturas onde as pessoas vivem mais e melhor. Eles começaram a se exercitar, melhoraram sua dieta e repensaram o lazer. Pais começaram a levar seus filhos para a escola a pé, em grupos. Restaurantes reduziram o tamanho dos pratos servidos. Foram abertas hortas comunitárias. Avaliações recentes indicam que a população local está vivendo três anos suplementares graças às mudanças.</p>
<p>Um dos líderes desse esforço de mobilização comunitária por uma vida melhor é o chef inglês Jamie Oliver. No ano passado, ele se instalou durante algumas semanas em Huntington, no estado de West Virginia, considerada a cidade mais obesa dos Estados Unidos. Ali ele gravou o reality show <a href="http://www.jamieoliver.com/campaigns/jamies-food-revolution">Food Revolution</a>. Seu objetivo: reeducar a população local, reformar o cardápio das escolas (como ele já havia feito na Inglaterra) e, com isso, melhorar a saúde, a disposição e a longevidade de todos.</p>
<p>Graças a um imenso talento de comunicador, ele esfregou no rosto dos moradores de Huntington o fato de que seus filhos eram incapazes de identificar frutas e legumes e que havia evidências de que essas crianças viveriam menos tempo que seus pais. Oliver promoveu aulas públicas de culinária básica, ensinando pratos simples que substituíssem os congelados. Os episódios podem ser assistidos <a href="http://www.hulu.com/jamie-olivers-food-revolution">aqui</a> (em inglês).</p>
<p>O chef inglês está em vias de começar a gravação da segunda temporada do programa em Los Angeles, mas não está conseguindo autorização para entrar nas cozinhas das escolas locais. &#8220;Estou preso do lado de fora&#8221;, reclamou ele dias atrás, em entrevista coletiva. &#8220;E eu preciso entrar no sistema escolar, porque esse é o lugar que determinará como a saúde de uma criança será quando ela chegar aos 20 anos.&#8221;</p>
<p>Você conhece experiências semelhantes em curso no Brasil? Divida conosco.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2011/01/maratona-de-emagrecimento-coletivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ciência em baixa nos EUA</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/ciencia-em-baixa-nos-eua/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/ciencia-em-baixa-nos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 03:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Scharf</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Scharf]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=3759</guid>
		<description><![CDATA[O país que mais investe em Ciência abriga dezenas de milhões de pessoas que acreditam em qualquer coisa – menos no que tem comprovação científica. É crescente o número de norte-americanos que renegam, por exemplo, o aquecimento global e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="Mooney-Unscientific-America" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Mooney-Unscientific-America.gif" alt="Mooney-Unscientific-America" width="171" height="260" />O país que mais investe em Ciência abriga dezenas de milhões de pessoas que acreditam em qualquer coisa – menos no que tem comprovação científica. É crescente o número de norte-americanos que renegam, por exemplo, o aquecimento global e as vacinas.</p>
<p>Uma <a href="http://people-press.org/report/556/global-warming " target="_blank">pesquisa de opinião </a>divulgada há poucos dias mostra que aumentou o número dos que duvidam das mudanças climáticas. Segundo o respeitado Pew Research Center for the People &amp; the Press, que ouviu 1.500 adultos nas últimas semanas, apenas 57% reconhecem as evidências científicas nesse sentido – contra 71% em abril do ano passado. Pior: dentre os que reconhecem tais evidências, apenas 36% do total associam as mudanças climáticas às atividades humanas. Também caiu o número de entrevistados que consideram esse um problema relevante.</p>
<p>É uma conclusão surpreendente. Estudos que corroboram o progressivo aquecimento da Terra são divulgados quase que diariamente e a cobertura na Imprensa é expressiva, sobretudo às vésperas da cúpula de Copenhague. Então, como entender essa descrença? Um dos diretores do Pew Center, Michael Dimock, sugere que o público está mais preocupado com a crise econômica e com a reforma do sistema de saúde e acaba relegando as questões ambientais a um segundo plano. Alguns ambientalistas aventaram que a população é influenciada por campanhas de desinformação promovidas por setores que não querem que o Senado dos EUA aprove medidas de combate às emissões de gases estufa. Pessoalmente, acredito que uma parcela importante da população prefere dar as costas à Ciência.</p>
<p>Pesquisas anteriores do Pew Research Center já haviam indicado que a maioria dos norte-americanos não acredita na evolução das espécies e não sabe que elétrons são menores do que átomos. Assim, a ignorância quanto ao aquecimento global não é um fenômeno isolado.</p>
<p>O desprezo pelas evidências científicas também se revela na guerra que algumas celebridades estão travando contra a vacinação de crianças. A atriz e ex-coelhinha Jenny McCarthy, é uma das principais porta-vozes do movimento que tenta associar as inoculações a uma maior incidência de autismo. Uma fatia crescente da população lhe dá ouvidos, apesar de não haver comprovação nesse sentido. Artigo publicado na semana passada pela revista <a href="http://www.wired.com/magazine/2009/10/ff_waronscience/all/1" target="_blank">Wired</a> afirma que as taxas de vacinação caíram em certas regiões do país a níveis tão baixos que algumas doenças infantis estão voltando com força.</p>
<blockquote><p>“Em algumas comunidades – como a rica Marin County, na California, ao norte de San Franciso, quase 6% dos pais deixam de vacinar seus filhos. Ao contrário do que se poderia imaginar, o fenômeno ocorre sobretudo entre os que têm maior nível de instrução e riqueza”.</p></blockquote>
<p><a rel="attachment wp-att-3766" href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/ciencia-em-baixa-nos-eua/556-1-2/"><img class="size-large wp-image-3766 alignleft" title="556-1" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/11/556-1-251x270.jpg" alt="556-1" width="251" height="270" /></a>Um livro recente – <a href="http://www.amazon.com/Unscientific-America-Scientific-Illiteracy-Threatens/dp/0465013058" target="_blank">Unscientific Americans </a><br />
-, escrito por Chris Mooney e Sheril Kirshenbaum, discute justamente isto: a dificuldade que os cientistas têm de se comunicar com a população e o lamentável estado de analfabetismo científico, que influencia a tomada de decisões essenciais no mundo moderno, da clonagem e os transgênicos à educação dos nossos filhos. Os autores entendem que a culpa é das lideranças religiosas, do ensino de baixa qualidade e da mídia desinteressada pelo tema. Eles lembram que, de cada cinco horas de noticiário televisivo, apenas um minuto é dedicado à Ciência. Além disso, o número de jornais que reservam espaço para o tema ficou dois terços menor nos últimos 20 anos .</p>
<p>Daí, fica a pergunta: será que não é o caso de investir em campanhas emocionais, acessíveis e desconectadas do viés científico se quisermos atrair esta parte da opinião pública?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/ciencia-em-baixa-nos-eua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>País com Febre</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2008/05/pais-com-febre/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2008/05/pais-com-febre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 19:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>P22</dc:creator>
				<category><![CDATA[19]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[eco health]]></category>
		<category><![CDATA[notas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gvces.com.br/pagina22/wp/?p=904</guid>
		<description><![CDATA[Por Amália Safatle 
 Versão
em PDF
Ao reunir clima tropical, más condições econômicas e altos índices de desmatamento, o Brasil é um dos maiores laboratórios vivos para estudar a relação entre saúde e meio ambiente – segundo levantamento da USP, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Amália Safatle<span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>Versão</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">em PDF</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao reunir clima tropical, más condições econômicas e altos índices de desmatamento, o Brasil é um dos maiores laboratórios vivos para estudar a relação entre saúde e meio ambiente – segundo levantamento da USP, é o 13o de uma lista de 53 países tropicais vulneráveis a grandes epidemias.  A combinação entre esses temas é justamente o foco do Fórum Internacional Eco Health, que está com inscrições abertas para trabalhos científicos até 1o de junho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“É muito importante que os profissionais brasileiros que atuam na área de saúde e medicina da conservação mandem seus trabalhos, para que o País tenha uma expressiva representatividade no evento, diz Suzana Pádua, presidente do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) – ONG que no Brasil organiza o fórum juntamente com a USP e a Fundação Oswaldo Cruz.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O fórum será realizado em 5 de dezembro em Yucatán, no México, e é promovido pelo Instituto Nacional de Salud Pública e o International Development Research Center.  As discussões abordarão temas como alterações climáticas e as doenças infecciosas emergentes em plantas, animais e seres humanos; a conexão entre conservação da biodiversidade e saúde; doenças que causam ameaças ou extinção de espécies; mudanças no uso da terra e doenças infecciosas emergentes; e desafi os em governabilidade, conectando saúde, sistemas de saúde e ecossistemas.  Mais informações: www.ipe.org.br.</div>
<div>Por Amália Safatle<span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div><span style="white-space: pre;"> </span>Versão</div>
<div>em PDF</div>
<div>Ao reunir clima tropical, más condições econômicas e altos índices de desmatamento, o Brasil é um dos maiores laboratórios vivos para estudar a relação entre saúde e meio ambiente – segundo levantamento da USP, é o 13o de uma lista de 53 países tropicais vulneráveis a grandes epidemias.  A combinação entre esses temas é justamente o foco do Fórum Internacional Eco Health, que está com inscrições abertas para trabalhos científicos até 1o de junho.</div>
<div></div>
<div>“É muito importante que os profissionais brasileiros que atuam na área de saúde e medicina da conservação mandem seus trabalhos, para que o País tenha uma expressiva representatividade no evento, diz Suzana Pádua, presidente do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) – ONG que no Brasil organiza o fórum juntamente com a USP e a Fundação Oswaldo Cruz.</div>
<div></div>
<div>O fórum será realizado em 5 de dezembro em Yucatán, no México, e é promovido pelo Instituto Nacional de Salud Pública e o International Development Research Center.  As discussões abordarão temas como alterações climáticas e as doenças infecciosas emergentes em plantas, animais e seres humanos; a conexão entre conservação da biodiversidade e saúde; doenças que causam ameaças ou extinção de espécies; mudanças no uso da terra e doenças infecciosas emergentes; e desafi os em governabilidade, conectando saúde, sistemas de saúde e ecossistemas.  Mais informações: www.ipe.org.br.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2008/05/pais-com-febre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

