<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Página 22 &#187; países subdesenvolvidos</title>
	<atom:link href="http://pagina22.com.br/index.php/tag/paises-subdesenvolvidos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pagina22.com.br</link>
	<description>Informações para o novo século</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 21:15:13 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>EUA pedem que Banco Mundial não mais financie carvão</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2010/01/eua-pedem-que-banco-mundial-nao-mais-financie-carvao/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2010/01/eua-pedem-que-banco-mundial-nao-mais-financie-carvao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[carvão]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[GEE]]></category>
		<category><![CDATA[países subdesenvolvidos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=5887</guid>
		<description><![CDATA[Buscando aumentar a pressão sobre os países em desenvolvimento para que aceitem reduções em suas emissões e forçá-los a usar fontes renováveis para geração de energia, o Diretor Executivo do Banco Mundial nos EUA, Whitney Debevoise, escreveu ao banco recomendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buscando aumentar a pressão sobre os países em desenvolvimento para que aceitem reduções em suas emissões e forçá-los a usar fontes renováveis para geração de energia, o Diretor Executivo do Banco Mundial nos EUA, Whitney Debevoise, escreveu ao banco recomendo que esse parasse de financiar usinas movidas a carvão nos países em desenvolvimento.  As informações são do <a href="http://featured.matternetwork.com/2010/1/us-asks-world-bank-stop.cfm" target="_blank">Matter Network</a>.</p>
<p>Na carta Debevoise dizia que os bancos de desenvolvimento multilaterais têm a responsabilidade de construir um quadro de financiamento que garanta a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e fortalecer o desenvolvimento economias dos países contra a mudança climática.</p>
<p>Essas medida pode deflagrar uma tormenta diplomática internacional, se os países em como China e Índia optarem por contestar o conteúdo da carta, alegando mais uma vez que a responsabilidade pela redução dos GEE é apenas dos países ricos e que seu crescimento não pode ser impedido .  China e ìndia, juntamente com dezenas de outros classificados como &#8220;em desenvolvimento&#8221;, continuam a contar com o carvão como principal fonte de geração de energia.</p>
<p>Os países em desenvolvimento pretendem expandir sua produção de carvão, a fim de impulsionar seu crescimento econômico, enquanto procuram mitigar as emissões de carbono através do acesso a tecnologias limpas através de um acordo climático internacional.  Não há dúvida de que as instituições financeiras internacionais têm uma responsabilidade no sentido de garantir que os projetos sejam ambientalmente sustentáveis e, finalmente, contribuir para a limpeza de crescimento econômico do país.  No entanto, estas instituições devem também assegurar que as tecnologias limpas estejam disponíveis para os países em desenvolvimento.</p>
<p>Parar de financiar de maneira abrupta os projetos de geração de energia traria um impacto directo no crescimento econômico e na taxa de melhoria do padrão de vida da população dos países mais pobres.  A solução para o impedir o aumento das emissões de carbono não é tão apenas forçar os países em desenvolvimento a mudar para fontes renováveis de energia para satisfazer as suas necessidades básicas.  Os países desenvolvidos não deveriam forçar os países em desenvolvimento a migrarem para as energias renováveis em um curto espaço de tempo e sem apoio tecnológico e financeiro para as tecnologias limpas.</p>
<p>Sem o carvão as únicas opções para os países em desenvolvimento são petróleo/ gás ou grandes usinas hidrelétricas.  Os preços do petróleo e gás continuam elevados e nem todo país é contemplado com potencial hidráulico suficiente para atender a uma quantidade substancial de suas necessidades energéticas.</p>
<p>Está certo que o Banco Mundial deve assegurar uma transição suave à infra-estrutura de energia renovável nos países em desenvolvimento , mas as negociações oficiais sobre o tamanho e a gestão do fundo de adaptação internacional ainda não produziram qualquer resultado, além disso, não há consenso sobre a questão da transferência de tecnologia e direitos de propriedade intelectual.</p>
<p>Tal recomendação feita por Debevoise é coerente, de fato, se deveria pensar novos modelos de desenvolvimento que primassesm pela sustentabilidade, mas enquanto isso não acontece, os países subdesenvolvidos não podem continuar vivendo com grande parcela de sua população passando fome, por exemplo.  A carta não considera o fato de que esses países não têm acesso a preços acessíveis quando se trata da busca de alternativas em energia renovável.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2010/01/eua-pedem-que-banco-mundial-nao-mais-financie-carvao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sexo frágil</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/um-cenario-ainda-pior-para-elas/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/um-cenario-ainda-pior-para-elas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[países subdesenvolvidos]]></category>
		<category><![CDATA[UNFPA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=4678</guid>
		<description><![CDATA[“Mulheres pobres em países pobres são aquelas mais atingidas pelas mudanças climáticas, ainda que sejam as que menos contribuem para os desastres”. As palavras são de Thoraya Ahmed Obaid, diretora-executiva do Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA). O órgão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4679" href="http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/um-cenario-ainda-pior-para-elas/educational-269678-l/"><img class="alignleft size-medium wp-image-4679" title="educational-269678-l" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2009/11/educational-269678-l-297x198.jpg" alt="educational-269678-l" width="297" height="198" /></a>“Mulheres pobres em países pobres são aquelas mais atingidas pelas mudanças climáticas, ainda que sejam as que menos contribuem para os desastres”. As palavras são de Thoraya Ahmed Obaid, diretora-executiva do Fundo de Populações das Nações Unidas (<a href="http://www.unfpa.org.br/novo/index.php" target="_blank">UNFPA</a>). O órgão da ONU ressalta em um relatório que, apesar de diretamente impactadas, as mulheres são praticamente ignoradas na discussão sobre como frear este cenário, e deveriam ser mais consideradas durante a Conferência Global do Clima, em  Copenhague.</p>
<p>Elas têm maior tendência a morrer em desastres naturais do que homens, e  a diferença é ainda maior em sociedades em que o sexo feminino têm status social mais baixos, como informa notícia da Agência Reutres (<a href="http://www.reuters.com/article/latestCrisis/idUSLG420077" target="_blank">veja a íntegra em inglês</a>). A maioria das cerca de 1,5 bilhão de pessoas que vivem com 1 dólar ou menos por dia no mundo é de mulheres.</p>
<p>Obaid disse que populações pobres dependem mais da agricultura, e tendem a passar fome ou perder meios de sustento com a ocorrência de secas, enchentes ou furacões (além de viverem comumente em áreas de risco). Inseridas neste contexto de pobreza, as mulheres têm menor poder sobre suas próprias vidas, menor reconhecimento econômico e carregam a responsabilidade de criar filhos &#8211;  o que torna um cenário de desastre ainda mais difícil de ser enfrentado.</p>
<p>O relatório clama por investimentos destinados a capacitar mulheres e meninas principalmente nas áreas de educação e saúde, e afirma que a luta global contras as mudanças climáticas tem mais chances de êxito se levar em consideração as necessidades, direitos e potenciais delas.</p>
<p>“Garotas com maior nível de educação, por exemplo, tendem a ter famílias menores e mais saudáveis quando adultas”, disse o relatório. “Mulheres com acesso a programas de saúde, incluindo planejamento familiar, têm taxas de fertilidade mais baixas, o que contribui com crescimento mais lento na emissão de gases do efeito estufa a longo prazo”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2009/11/um-cenario-ainda-pior-para-elas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

