<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Página 22 &#187; Movimento Nossa São Paulo</title>
	<atom:link href="http://pagina22.com.br/index.php/tag/movimento-nossa-sao-paulo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pagina22.com.br</link>
	<description>Informações para o novo século</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 11:10:14 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Felicidade dos milhões</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2011/03/felicidade-dos-milhoes/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2011/03/felicidade-dos-milhoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 22:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[50]]></category>
		<category><![CDATA[Árvores Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Shor]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[McDonalds]]></category>
		<category><![CDATA[milk-shake de Ovomaltine do Bob’s]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Nossa São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=11399</guid>
		<description><![CDATA[Está no site de relacionamentos: enquanto 500 mil amam milk-shake de Ovomaltine do Bob’s e 800 mil adoram McDonald’s, apenas 549 amam a Mata Atlântica e 1.600, a Amazônia
Tenho críticas a fazer às árvores: elas não realizam campanhas publicitárias.  Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Está no site de relacionamentos: enquanto 500 mil amam </em>milk-shake<em> de Ovomaltine do Bob’s e 800 mil adoram McDonald’s, apenas 549 amam a Mata Atlântica e 1.600, a Amazônia</em></p>
<p><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cronica.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-11440" title="cronica" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cronica-406x218.jpg" alt="cronica" width="406" height="218" /></a>Tenho críticas a fazer às árvores: elas não realizam campanhas publicitárias.  Em um mundo que se move a ritmo cada vez mais ligeiro, os troncos mantêm sua inércia verde.  E, quando convidados pelo vento a sair do lugar, tombam.  Ou as árvores viraram um produto ultrapassado, ou o que falta mesmo é uma agência de comunicação para promover seus benefícios.</p>
<p>Prova disso está em uma página de relacionamentos da internet, última moda para conhecer os anseios e as opiniões do público, quando o assunto é mercado consumidor.  Por meio de uma breve consulta ao site, descobri que mais de 800 mil pessoas amam Coca-Cola.</p>
<p>Enquanto isso, à exceção da escola de samba carioca, a mangueira não tem nada em sua homenagem, nem a amendoeira.  Com 6 pessoas, há uma comunidade de fãs do limoeiro.  A jabuticabeira é amada por quase três vezes esse número, ao passo que 14 indivíduos adoram o pau-brasil. O indicador mais preocupante, todavia, tem a ver com a macieira, já que 110 pessoas nunca viram uma, embora, tenho certeza, conheçam um Big Mac.</p>
<p>Além de sombra, absorção do gás carbônico da atmosfera e alimentação, as árvores e suas folhas protegem o solo contra a erosão.  De acordo com artigo do site <a href="http://www.arvoresbrasil.com.br/" target="_blank"><em>Árvores Brasil</em></a>, a erosão leva areia para o fundo do rio, deixando-o mais raso.  A menor capacidade de guardar água em seu curso leva à falta do líquido, em meses de menos chuva.  Um solo sem vegetação também fica sem barreira para a água, que escorre rapidamente quando chove.  Isso dificulta a penetração dos pingos e acelera o ressecamento dos lençóis freáticos, levando à falta de água potável.</p>
<p>Para ficar em uma situação bem próxima, a seca pode influenciar no custo dos alimentos que chegam à sua mesa, fazendo com que se gaste mais para comer e falte orçamento para atividades de lazer, ou saúde.  Se passarmos das árvores a outros símbolos da natureza que deveriam estar na principal pauta de diálogo do ser humano, visando o seu bem-estar, o panorama é muito parecido.  Enquanto um número superior a 500 mil indivíduos ama <em>milk-shake</em> de Ovomaltine do Bob’s e em torno de 800 mil “adoram McDonald&#8217;s”, 549 amam a Mata Atlântica e cerca de 1.600, a Amazônia – ainda segundo o site.</p>
<p>É claro que nem toda a felicidade do mundo diz respeito à conservação do meio ambiente, porém, o respeito ao verde é uma das condições fundamentais para a satisfação de nossas necessidades básicas.  Em um meio de vida impróprio, torna-se mais fácil adoecer, esgotam-se os recursos do planeta, não se desenvolvem o conhecimento e nem mesmo as relações com as pessoas.</p>
<p>Um exemplo é o trânsito.  De acordo com pesquisa feita em 2010 pelo Movimento Nossa São Paulo, o paulistano gasta, em média diária, 2 horas e 42 minutos no trânsito.  Por mês, o equivalente a quase três dias e meio.  É tempo que ele poderia relaxar, dedicando-se à atividade física, à família ou a uma viagem.  Um <em>hobby</em>, e até ficar de pernas para o ar.  Assim, feliz.</p>
<p>A dependência criada em relação ao carro é evidente, seja pelo modelo de sociedade, seja pelo incentivo de políticas de transporte e cultura da população mundial.  A Chevrolet já apostou no slogan “Andando na frente”.  E quem quer ficar para trás?  Ser superado a pé?  Perder tempo no desconforto de um ônibus lotado?  O crescimento industrial traz benefícios.  No entanto, promove desequilíbrios.  Segundo indicadores do site <em>São Paulo é Tudo de Bom</em>, a cidade tem 54 parques e áreas verdes, contra 34 mil indústrias.  Algo deve estar errado, se desejamos preservar a alegria de nossos pulmões.</p>
<p>As empresas criam discursos publicitários para associar suas marcas a conceitos abstratos, conquistam as pessoas e vendem produtos.  O problema é se deixar levar pelas mensagens, acreditando nelas como a mais pura verdade.  Quando o consumidor se identifica com a marca, perde sua capacidade crítica.  Bebe Coca-Cola por acreditar que aquilo lhe atribui juventude.  Traga um cigarro Carlton por ver naquele rolo de tabaco um dos mais raros prazeres que a vida pode lhe proporcionar.</p>
<p>A margarina Qualy se relaciona com qualidade de vida.  Mas quem consegue ter qualidade de vida em uma casa erguida em terreno irregular?  Toneladas de margarina no café da manhã da população de cidades da Região Serrana, no Rio de Janeiro, não teriam evitado a tragédia das chuvas.  Na propaganda das árvores, uma sugestão pouco usual: “Na hora de construir, se você procura uma resposta, qualidade de vida é longe da encosta”.  Jamais observei um produto com frases desse tipo no rótulo.  Ótima para acompanhar tijolos.</p>
<p>Os valores embutidos nas mensagens publicitárias começam a ser introjetados ainda na infância.  O Passaporte da Alegria, no Playcenter, e Quick (faz do leite uma alegria) agem como se fosse necessário adquirir algo para ter acesso à satisfação plena.  A hora do lanche é a hora mais feliz, hora de comer biscoitos São Luiz.  Em primeiro lugar, a hora mais feliz pode ser a de jantar em casa, com a família.  E não a do lanche.  Em segundo lugar, o que faz do momento o mais feliz pode não ser o biscoito no prato, mas a espontaneidade da vida, sem os seus sorrisos programados.</p>
<p>Uma das primeiras músicas cantadas pela apresentadora Xuxa em seu programa, nos anos 1980, continha os versos <em>Amiguinha Xuxa é hora de brincar</em>,/ <em>estamos esperando só você chegar</em>./ <em>A felicidade se fantasiou de amor</em>./ <em>Bom dia, amiguinhos, já estou aqui</em>./ <em>Tenho tanta coisa pra nos divertir</em>.  A melodia fica na cabeça.  Contudo, não podemos ser dependentes de produtos da publicidade para ser felizes, da forma que eles esperam que nós sejamos.</p>
<p>Quando tinha 17 anos, comecei a usar óculos.  Percebi que o mundo era um sem óculos e outro, com as lentes corretivas.  O desenho de uma mesa ganhava contornos diferentes.  Nas distinções do rosto das pessoas, de um barco no horizonte ou nas letras do texto, vi que o mundo está nos olhos de quem vê.  O lugar de gente feliz não é o supermercado da esquina, um grande salão organizado por seções, onde você paga por suas compras no fim do percurso entre as prateleiras.</p>
<p>O discurso da propaganda de um produto se apropria de elementos com os quais o público já se identifica, dando a impressão de que acabamos de encontrar o produto de que mais necessitávamos.  É possível que a crítica sobre a falta de campanhas publicitárias das árvores não se justifique.  Elas devem se expressar e divulgar de outras formas, usando mídias menos digitais e mais naturais.  A gente é que não entende.  Fica distraído com outras coisas.</p>
<p><em>*Jornalista.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2011/03/felicidade-dos-milhoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conexões perigosas</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2011/03/conexoes-perigosas/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2011/03/conexoes-perigosas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 21:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[50]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Forum Amazônia Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Sakamoto]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Nossa São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Papel Social Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[práticas ilegais]]></category>
		<category><![CDATA[Repórter Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=11372</guid>
		<description><![CDATA[“São Paulo continua como a mais importante financiadora da devastação da Amazônia”, conclui Leonardo Sakamoto, um dos responsáveis pela segunda parte do estudo Conexões Sustentáveis, divulgado no final de fevereiro.  Segundo ele, grandes empresas que atuam na cidade mantêm fornecedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2011/03/conexoes.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-11414" title="conexoes" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2011/03/conexoes-332x270.jpg" alt="conexoes" width="332" height="270" /></a>“São Paulo continua como a mais importante financiadora da devastação da Amazônia”, conclui Leonardo Sakamoto, um dos responsáveis pela segunda parte do estudo Conexões Sustentáveis, divulgado no final de fevereiro.  Segundo ele, grandes empresas que atuam na cidade mantêm fornecedores na Região Amazônica responsáveis por práticas como escravidão, trabalho infantil e desmatamento.</p>
<p>O estudo foi dividido em três blocos: pecuária bovina, soja e madeira.  Para cada um deles são apresentadas situações que atestam a ligação entre as empresas e as atividades ilegais.  No caso da madeira, apontado como um dos mais graves, a pesquisa identifica atividades que, numa primeira visão, estariam desvinculadas, mas que se combinam numa mesma cadeia produtiva ilícita.</p>
<p>Há situações, por exemplo, em que a madeira ilegal é usada nas caldeiras de grandes frigoríficos.  Assim, mesmo comprando carne lícita, eles continuam incentivando a ilegalidade.</p>
<p>O caso da madeira se destaca devido às projeções de crescimento do setor da construção civil, atualmente o que mais utiliza madeira ilegal em São Paulo.  Até 2030, seu PIB deve crescer em torno de 200%.</p>
<p>Segundo Sakamoto, muitas das empresas saem pela tangente, alegando que seu produto provém de uma área legal, mesmo que esta esteja relacionada a um proprietário ou uma propriedade com territórios embargados.</p>
<p>“Continua-se, da mesma forma, financiando áreas ilícitas quando um produtor usa o dinheiro das partes legais para investir nessas outras áreas.  É só uma forma de contornar a fiscalização.”</p>
<p>O estudo é uma iniciativa do Fórum Amazônia Sustentável e do Movimento Nossa São Paulo, em parceria com as ONGs Repórter Brasil e Papel Social Comunicação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2011/03/conexoes-perigosas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caminhos para a urbis</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2010/07/caminhos-para-a-urbis/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2010/07/caminhos-para-a-urbis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[Carta de Aalborg]]></category>
		<category><![CDATA[governança]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Nossa São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Oded Grajew]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma Cidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Abranches]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pagina22.com.br/?p=8445</guid>
		<description><![CDATA[“O conceito de ‘vontade política’ não existe. Algo só muda se transformarmos a correlação de poder responsável pela sua manutenção”. As palavras são do cientista político Sérgio Abranches, ao se referir à importância da iniciativa popular na definição do planejamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8446" class="wp-caption alignleft" style="width: 355px"><a href="http://www.flickr.com/photos/seier/502577877/"><img class="size-large wp-image-8446" title="urbis" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2010/07/urbis-345x270.jpg" alt="Foto de &quot;seier+seier&quot; via Flickr" width="345" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de &quot;seier+seier&quot; via Flickr</p></div>
<p>“O conceito de ‘vontade política’ não existe. Algo só muda se transformarmos a correlação de poder responsável pela sua manutenção”. As palavras são do cientista político Sérgio Abranches, ao se referir à importância da iniciativa popular na definição do planejamento urbano. Os exemplos de mobilização foram dados pela <a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/downloads/publicacaoweb.pdf" target="_blank">Plataforma Cidades Sustentáveis</a>, lançada na última quarta-feira pelo <a href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/" target="_blank">Movimento Nossa São Paulo</a>.</p>
<p>O documento reúne uma série de práticas de sustentabilidade urbana – no Brasil e em vários outros países – que foram responsáveis por transformar a qualidade de vida dos moradores locais. Entre os temas contemplados pelo levantamento estão governança, justiça social, mobilidade e desenho urbano.</p>
<p>Uma das referências do relatório é a cidade de Tóquio, que se tornou líder mundial na contenção de vazamentos de água. Depois de um planejamento que envolveu uma parceria entre instância governamental e população, a cidade realizou a troca de 99% de seus canos antigos. O resultado foi que, em 2006, Tóquio conseguiu conseguiu reduzir os vazamentos a uma taxa de 3,6% &#8211; falamos em mais de 12 milhões de habitantes. Só para comparação, a cidade de São Paulo perde cerca de 30% de sua água antes que ela chegue a ser consumida.</p>
<p>Outro exemplo apresentado é Rizhao, na China, que iniciou, nos anos 90, um programa em que subsidiava a instalação de equipamentos de energia solar nos apartamentos novos. Os paineis fotovoltaicos começaram a fazer parte da cultura da cidade e os semáforos e vias públicas também passaram a ser abastecidos pelo sol. Hoje, nada menos do que 99% dos seus 2,8 milhões de moradores aquecem sua água por esses equipamentos. O esforço tem significado, a cada ano, 53 mil toneladas de CO2 a menos na atmosfera.</p>
<p>Mas cidades brasileiras também figuraram entre os exemplos da plataforma. Além de práticas mais consagradas, como a do Orçamento Participativo de Porto Alegre (RS) e do sistema de transporte público de Curitiba (PR), um dos outros projetos apresentados foi o da cooperativa de catadores Avemare, de Santana do Parnaíba (SP). Com o apoio de ONGs e da prefeitura, que promoveram junto à população uma série de campanhas sobre reciclagem e separação do lixo, a associação de ex-catadores conseguiu elevar o índice de coleta seletiva no município de praticamente zero para 40% desde o ano 2000, quando foi implantada. A meta é chegar aos 100%.</p>
<p>A Plataforma Cidades Sustentáveis foi inspirada na Carta de Aalborg, lançada em 1994 na 1ª Conferência sobre Cidades Europeias Sustentáveis, na Dinamarca. Na ocasião, 600 municípios se comprometeram em adotar práticas alinhadas aos bons exemplos ali apresentados. Hoje, mais de 2.700 municípios já fazem parte do acordo.</p>
<p>Além da apresentação da plataforma, o Movimento Nossa São Paulo elaborou uma carta para afirmar o compromisso do setor público em promover práticas como as apontadas pelo levantamento. O documento foi assinado por candidatos ao senado e ao governo do estado, entre eles Aloísio Mercadante (PT), Romeu Tuma (DEM) e Ricardo Young (PV). Segundo Oded Grajew, presidente do Instituto Ethos e um dos organizadores do evento, os exemplos de boas práticas apresentados constituem uma agenda do que deveriam ser os planos de governo dos candidatos.</p>
<p>“A plataforma será enviada a todos os municípios, estados e partidos políticos para que tomem conhecimento do que está tendo resultado no mundo e pode ser aplicado no Brasil. A perspectiva não deve ser de algo pontual, mas de uma política de Estado”, afirmou.</p>
<p>No <a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">site da plataforma</a> você pode conferir mais detalhes sobre os projetos e cidades selecionados.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2010/07/caminhos-para-a-urbis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia mundial sem carro</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2007/09/dia-mundial-sem-carro/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2007/09/dia-mundial-sem-carro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 21:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>P22</dc:creator>
				<category><![CDATA[12]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial Sem Carro]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Nossa São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[notas]]></category>
		<category><![CDATA[Oded Grajew]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gvces.com.br/pagina22/wp/?p=629</guid>
		<description><![CDATA[Por Amália Safatle 
Trata-se de uma campanha implacável: a indústria automobilística bombardeia o público nas tevês e outras mídias a um ponto que parece não haver outra saída a não ser comprar um automóvel zero, facilitado em até suaves 80 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Amália Safatle<span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Trata-se de uma campanha implacável: a indústria automobilística bombardeia o público nas tevês e outras mídias a um ponto que parece não haver outra saída a não ser comprar um automóvel zero, facilitado em até suaves 80 prestações.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O resultado é que, em uma cidade de trânsito caótico como São Paulo, 500 novos automóveis por dia passam a circular, ou melhor, a ficar presos nos congestionamentos.  Até o momento em que a própria indústria começa a ficar preocupada com o “apagão viário” que está por vir nos centros urbanos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Símbolo de status, liberdade e conforto, o automóvel hoje se mostra como pivô da poluição, da má ocupação do espaço público e da perda de qualidade de vida nas cidades.  Por isso, tornou-se motivo de uma campanha oposta, e infelizmente menos ostensiva: o Dia Mundial Sem Carro.  Lançada mundialmente, foi incorporada na capital paulistana pelo Movimento Nossa São Paulo, iniciativa voltada à construção de uma cidade melhor para os moradores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O dia é 22 de setembro, que este ano cai num sábado.  Em São Paulo, uma série de atividades culturais e esportivas está programada.  O objetivo, diz Oded Grajew, que encabeça o movimento, é levantar a questão e provocar um debate entre autoridades e cidadãos sobre caminhos alternativos aos sistemas que privilegiam o transporte individual.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Há um paralelo muito grande disso com a questão do tabaco.  O cigarro também foi vendido em grandes campanhas publicitárias, apresentado como símbolo de status, de atitude, mas pouco se alertava para o teor suicida desse consumo.  Com os automóveis é a mesma coisa”, diz Grajew.  Por isso, ele acredita que uma nova consciência está a caminho, e ela vem sem carro.</div>
<div>Por Amália Safatle<span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div></div>
<div>Trata-se de uma campanha implacável: a indústria automobilística bombardeia o público nas tevês e outras mídias a um ponto que parece não haver outra saída a não ser comprar um automóvel zero, facilitado em até suaves 80 prestações.</div>
<div>O resultado é que, em uma cidade de trânsito caótico como São Paulo, 500 novos automóveis por dia passam a circular, ou melhor, a ficar presos nos congestionamentos.  Até o momento em que a própria indústria começa a ficar preocupada com o “apagão viário” que está por vir nos centros urbanos.</div>
<div>Símbolo de status, liberdade e conforto, o automóvel hoje se mostra como pivô da poluição, da má ocupação do espaço público e da perda de qualidade de vida nas cidades.  Por isso, tornou-se motivo de uma campanha oposta, e infelizmente menos ostensiva: o Dia Mundial Sem Carro.  Lançada mundialmente, foi incorporada na capital paulistana pelo Movimento Nossa São Paulo, iniciativa voltada à construção de uma cidade melhor para os moradores.</div>
<div>O dia é 22 de setembro, que este ano cai num sábado.  Em São Paulo, uma série de atividades culturais e esportivas está programada.  O objetivo, diz Oded Grajew, que encabeça o movimento, é levantar a questão e provocar um debate entre autoridades e cidadãos sobre caminhos alternativos aos sistemas que privilegiam o transporte individual.</div>
<div>“Há um paralelo muito grande disso com a questão do tabaco.  O cigarro também foi vendido em grandes campanhas publicitárias, apresentado como símbolo de status, de atitude, mas pouco se alertava para o teor suicida desse consumo.  Com os automóveis é a mesma coisa”, diz Grajew.  Por isso, ele acredita que uma nova consciência está a caminho, e ela vem sem carro.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2007/09/dia-mundial-sem-carro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pausa para reflexão</title>
		<link>http://pagina22.com.br/index.php/2007/05/pausa-para-reflexao/</link>
		<comments>http://pagina22.com.br/index.php/2007/05/pausa-para-reflexao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 May 2007 19:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>P22</dc:creator>
				<category><![CDATA[08]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ethos]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Nossa São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[notas]]></category>
		<category><![CDATA[Oded Grajew]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gvces.com.br/pagina22/wp/?p=569</guid>
		<description><![CDATA[Por Amália Safatle 
A cidade de São Paulo é um dos exemplos mais emblemáticos de que o crescimento por si só está longe de garantir o bem-estar da população.  A vila que virou metrópole, embalada a partir dos anos 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Amália Safatle<span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A cidade de São Paulo é um dos exemplos mais emblemáticos de que o crescimento por si só está longe de garantir o bem-estar da população.  A vila que virou metrópole, embalada a partir dos anos 50 pelo mote de que &#8216;não podia parar&#8221;, hoje pede um movimento em outra direção.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No dia 15 de maio é lançado o &#8220;Movimento Nossa São Paulo: Outra Cidade&#8221;, iniciativa apartidária de empresas, organizações e movimentos sociais da cidade, capitaneada pelo Instituto Ethos.  O objetivo, segundo Ricardo Young e Oded Grajew &#8211; respectivamente presidente e presidente do Coinselho Deliberativo do instituto &#8211; é &#8220;reunir as mais diversas forças para construir um plano duradouro, visando o desenvolvimento justo e sustentável da cidade de São Paulo&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Uma pesquisa inédita do Ibope sobre os problemas e os sonhos dos paulistanos será divulgada no encontro, dando as bases para as primeiras ações e mobilizações.</div>
<div>Por Amália Safatle<span style="white-space: pre;"> </span></div>
<div></div>
<div>A cidade de São Paulo é um dos exemplos mais emblemáticos de que o crescimento por si só está longe de garantir o bem-estar da população.  A vila que virou metrópole, embalada a partir dos anos 50 pelo mote de que &#8216;não podia parar&#8221;, hoje pede um movimento em outra direção.</div>
<div></div>
<div>No dia 15 de maio é lançado o &#8220;Movimento Nossa São Paulo: Outra Cidade&#8221;, iniciativa apartidária de empresas, organizações e movimentos sociais da cidade, capitaneada pelo Instituto Ethos.  O objetivo, segundo Ricardo Young e Oded Grajew &#8211; respectivamente presidente e presidente do Coinselho Deliberativo do instituto &#8211; é &#8220;reunir as mais diversas forças para construir um plano duradouro, visando o desenvolvimento justo e sustentável da cidade de São Paulo&#8221;.</div>
<div></div>
<div>Uma pesquisa inédita do Ibope sobre os problemas e os sonhos dos paulistanos será divulgada no encontro, dando as bases para as primeiras ações e mobilizações.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pagina22.com.br/index.php/2007/05/pausa-para-reflexao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

