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	<title>Página 22 &#187; Blogs</title>
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	<description>Informações para o novo século</description>
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		<title>Conflito  no Panamá</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Scharf</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[índios]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Panamá]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma onda de protestos bloqueia há mais de uma semana a principal estrada do Panamá e tem promovido uma comoção nacional. O ponto focal é a oposição de índios Ngöbe-Buglé, que contestam uma série de decisões recentes do governo federal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16445" class="wp-caption aligncenter" style="width: 416px"><img class="size-large wp-image-16445" title="Capture" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Capture-406x137.jpg" alt="Mapa parcial do Panamá, com foco na província de Bocas de Toro, onde vivem os Ngöbe-Buglé, e na Rodovia Transamericana, visível ao sul" width="406" height="137" /><p class="wp-caption-text">Mapa parcial do Panamá, com foco na província de Bocas de Toro, a oeste, onde vivem os Ngöbe-Buglé, e na Rodovia Panamericana, a linha vermelha visível ao sul</p></div>
<p>Uma <a href="http://feeds.univision.com/feeds/article/2012-02-07/gobierno-e-indigenas-panamenos-dialogan" target="_blank">onda de protestos</a> bloqueia há mais de uma semana a principal estrada do Panamá e tem promovido uma comoção nacional. O ponto focal é a oposição de índios Ngöbe-Buglé, que contestam uma série de decisões recentes do governo federal envolvendo a mineração e projetos hidrelétricos em suas terras. Há uma semana, os Ngobe-Bugle vêm bloqueando a Rodovia Panamericana,   uma rede de estradas que liga o Alasca a   Buenos Aires numa linha mais ou menos reta de 48 mil quilômetros. Em decorrência, circulação de cargas e turistas está interrompida no país e um esquema de evacuação por via aérea foi ativado.</p>
<p>Num confronto com a polícia no último domingo, um manifestante morreu, 40 ficaram feridos e 44 foram presos. Ontem a Costa Rica decidiu fechar sua fronteira, por medo de contágio. <a href="http://www.thepanamanews.com/pn/v_18/issue_01/news_special_02.html" target="_blank">Em outras partes</a> do país diferentes grupos, como os sindicatos de trabalhadores da construção civil e de produtoras de bananas,  têm prestado solidariedade aos índios e organizado seus próprios protestos e greves.</p>
<p>O pivô da briga é uma reforma do Código de Mineração do Panamá, que abriu a possibilidade de investimentos de governos estrangeiros em projetos no país, dentre outras mudanças que ampliariam a vulnerabilidade das terras dos Ngöbe-Buglé. No ano passado, quando o governo anunciou a medida, já haviam sido registrado confrontos, e a Rodovia Panamericana chegou a ficar bloqueada por vários dias.</p>
<p>A imprensa internacional tem encontrado dificuldades para cobrir o conflito. Uma <a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/panama-denies-entry-canadian-reporter-working-indigenous-groups-mining-law" target="_blank">repórter canadense</a> foi proibida de entrar no país no último dia 21 e atribuiu a decisão a uma série de artigos que ela vem escrevendo sobre as reivindicações dos indígenas. No começo do ano passado duas jornalistas espanholas teriam sido deportadas por terem participado de protestos, segundo o grupo Repórteres sem Fronteiras.</p>
<p>As negociações estão avançando devagar, agora articuladas com a mediação  da Igreja e da ONU. Os indígenas reivindicam que o Congresso aprove uma  paralisação de projetos de mineração e hidrelétricas em seus  territórios.</p>
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		<title>Serviços Ecossistêmicos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Simões]]></category>
		<category><![CDATA[Puma]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade emprearial]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Ecossistêmicos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O texto abaixo é uma contribuição da leitora Luciana Simões para Página22. Luciana é engenheira florestal, mestre em conservação e manejo de florestas tropicais e MBA em gestão da sustentabilidade.

Após os inventários e ações de mitigação nos temas de água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<div id="attachment_16372" class="wp-caption alignleft" style="width: 307px"><em><img class="size-medium wp-image-16372" title="Foto de By Wickboldt via Flickr" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Foto-de-By-Wickboldt-via-Flickr-297x198.jpg" alt="Foto de By Wickboldt via Flickr" width="297" height="198" /></em><p class="wp-caption-text">Foto de By Wickboldt via Flickr</p></div>
<p><em>O texto abaixo é uma contribuição da leitora Luciana Simões para Página22. Luciana é engenheira florestal, mestre em conservação e manejo de florestas tropicais e MBA em gestão da sustentabilidade.<br />
</em><br />
Após os inventários e ações de mitigação nos temas de água e carbono, as empresas se deparam agora com uma adicional necessidade: a medição dos impactos e dependências da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. Não por acaso essa contabilidade é ainda muito tímida. As intrincadas relações dos ecossistemas naturais e sua valoração não são fáceis de serem diagnosticadas e avaliadas – ao contrário da água e do carbono, que têm métricas simples e expressivas, como litros e toneladas.</p>
<p>As dificuldades, no entanto, não impedirão que as empresas tenham de incorporar bons diagnósticos e eficientes planos de ação em suas estratégias. Os negócios dependem de uma provisão constante e estável de recursos naturais para a continuidade de sua operação. No mínimo, trata-se de gestão de risco e eficiência de muitos recursos cada vez mais escassos e, portanto, mais caros.</p>
<p>A inter-relação dos recursos é cada vez mais estreita e clara. Exemplo: a escassez de água impacta a agricultura, afeta a geração de energia e acarreta aumento de preço das commodities. Podemos falar também do suprimento cada vez mais inelástico, em que mais investimentos são necessários em locais mais distantes e menos produtivos. Segundo a consultoria McKinsey, embora os preços de algumas commodities tenham caído, é prevista uma era de recursos com preços altos e voláteis<a href="#_edn1">[i]</a>. Para diferentes setores pode ser uma questão de curto ou de longo prazo – mas é uma questão.</p>
<p>Alguns sinais nos mostram que, mais que uma tendência, a gestão da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos já está incorporada nas discussões sobre negócios, embora ainda muito mais em instâncias de governança global e setorial do que na estratégia das empresas.</p>
<p>Há pouco tempo, dificilmente poderíamos imaginar que fóruns internacionais de economia e comércio pudessem considerar o assunto. Em 2010 a consultoria PwC preparou um documento para o Fórum Econômico Mundial no qual explora os riscos reais que a perda de biodiversidade e a degradação dos ecossistemas irão impor aos negócios na próxima década. Para o relatório da Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento (OECD) &#8211; <em>Environmental Outlook to 2030 &#8211; </em>a biodiversidade é considerada uma das quatro prioridades críticas ambientais das próximas duas décadas.</p>
<p>A Conferência das Partes da Convenção sobre a Diversidade Biológica, em 2010 em Nagoya, no Japão, teve a expressiva participação do setor privado, que em um evento paralelo apresentou inúmeras iniciativas do seu engajamento no tema. Se as iniciativas ainda carecem de senso de urgência e de escala, não se pode ignorar que o tema está no ar.</p>
<p>Os desdobramentos no Brasil foram significativos: a criação do Movimento Empresarial pela Biodiversidade (MEB), a proposição de pagamento pelos serviços ecossistêmicos feita pelo Instituto Ethos para o documento nacional da Conferência Mundial Rio+20, e a contribuição do setor empresarial na consulta pública de elaboração do plano de metas brasileiras para o período 2011-2020. Esse plano irá acelerar o desenvolvimento de regulações e aumentar a demanda sobre as empresas.</p>
<p>Sem dúvida, a Rio+20, que tem como um dos temas centrais a economia verde, trará mais elementos para essa discussão uma vez que a crise econômica e a ambiental possuem origens comuns e devem ser tratadas conjuntamente.</p>
<p>O setor financeiro e a área de relatoria também emitiram sinais consistentes sobre mudanças. A partir de 2012, o Internacional Finance Corporation (IFC) passa a considerar os serviços ecossistêmicos no padrão de performance 6, que já tratava de biodiversidade. Além de acrescentar definições para <em>habitats</em> naturais, modificados e críticos, o que deve promover maior consistência na avaliação dos projetos, a atualização providencialmente pontua a necessidade de investigação dos impactos da cadeia de suprimentos em situações que levem à conversão de habitas naturais e/ou críticos. Para 2013, o Global Reporting Initiative (GRI) pretende lançar a quarta geração (G4) de relatoria em sustentabilidade, atualmente em processo de consulta, onde os serviços ecossistêmicos serão contemplados. Para apoiar um melhor entendimento sobre essa questão foi produzida uma publicação – <em>Approach for reporting on ecosystem services: incorporating ecosystem services</em> into an organization’s <em>performance disclosure</em>) que versa sobre a realidade de se monitorar o status dos serviços ecossistêmicos e a viabilidade de se incorporar informações desta natureza em um relatório de sustentabilidade.</p>
<p>Se as empresas ainda se aventuram em um safári na busca por metodologias adequadas e eventualmente capitaneiam adaptações para atender suas demandas as ofertas não são tão restritas quanto se poderia imaginar em função da dificuldade do tema. Em uma busca atenta podem ser encontrados ainda, vários estudos de caso setoriais, notadamente daqueles cujos impactos e dependências dos recursos naturais é direto.</p>
<p>Algumas organizações se destacam pelo trabalho consistente que vêm realizando, dentre elas a World Resources Institute. A WRI apresentou em 2008 um documento com diretrizes para a identificação dos riscos e oportunidades dos negócios decorrentes da degradação dos ecossistemas. Para 2012, e neste momento em fase de consulta, lançará o <em>Ecosystem Services Review for Impact Assessment. </em>A metodologia tem como objetivo dar orientações práticas de como incorporar os serviços ecossistêmicos nas avaliações de impactos ambientais e sócio-econômicos.</p>
<p>Outro exemplo de ferramenta é a <em>Ecosystem Services Benchmark</em><a href="#_edn2">[ii]</a><em>. </em>Composta pelo próprio documento de <em>benchmark</em>, um guia de orientação e uma planilha eletrônica, a caixa de ferramentas, que foi desenhada para auxiliar a avaliação dos riscos e oportunidades associados à biodiversidade e aos serviços ecossistêmicos, tem como público alvo os investidores, mas também pode ser usada pelo setor bancário e de seguros. Até porque fundos com estratégia de investimento sustentável são um nicho.</p>
<p>Para uma visão geral dos impactos e dependências dos negócios em biodiversidade e serviços ecossistêmicos, bem como dos riscos e oportunidades associados, uma boa indicação é a publicação do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas intitulado <em><a href="http://www.unep-wcmc.org/medialibrary/2010/09/13/a26998c7/AreYouAGreenLeader.pdf" target="_blank">Você é um líder verde?</a></em></p>
<p>Há, no entanto, um patamar importante a ser atingido pelas empresas no que se refere à construção de uma visão integrada e abrangente dos seus riscos e dependências, inclusive e principalmente ampliando essas avaliações para toda a cadeia de valor.</p>
<p>A complexidade dos sistemas naturais, de suas inter-relações e o seu poder de regeneração precisam ser captados de maneira igualmente sistêmica, o que demanda uma gestão mais atenta e um olhar mais refinado. A eventual dificuldade de se fazer bom uso das informações levantadas e principalmente de se conduzir interpretações significativas não só pode ser desestimulante, mas também levar a uma evolução mais lenta e menos ambiciosa do processo.</p>
<p>Uma das ferramentas mais ousadas que se tem conhecimento foi lançada no ano passado pela Puma (<a href="http://pagina22.com.br/index.php/2011/12/no-rastro-da-pegada/" target="_blank">Página 22, edição dezembro 2011</a>). A empresa formatou uma metodologia de contabilização de lucros e perdas ambientais <em>(Environmental Profit &amp; Loss Account</em>), cujo objetivo é promover a valoração econômica de seus impactos ambientais – operação e cadeia de suprimento. A empresa focou em cinco temas: emissão de carbono, consumo de água, mudança do uso da terra (para obtenção de matéria-prima), poluição do ar e resíduos da sua operação e cadeia de suprimentos. A iniciativa tem o mérito de inovar e elevar a contabilidade empresarial a um novo patamar. Disponibiliza dados para internalizar as externalidades.</p>
<p>Além de propiciar uma melhor gestão dos negócios, lidando antecipadamente com a escassez e novos custos na aquisição de matéria-prima, as informações obtidas devem induzir a revisão do próprio modelo de negócios para o futuro. É uma mudança de perspectiva.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ednref1">[i]</a> Resources Revolution – meeting the world´s energy, material, food and water needs. Novembro 2011.</p>
<p><a href="#_ednref2">[ii]</a> A ferramenta da <em>The Natural Value Initiative</em> tem entre seus parceiros a FGV.</p>
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		<title>Escravos e combustíveis fósseis</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-François Mouhot]]></category>
		<category><![CDATA[The Guardian]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho escravo]]></category>

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		<description><![CDATA[O moralmente aceitável pode ser relativo à história, uma época ou um povo. Dias atrás numa conversa na redação da Página22, falamos que a ética ambiental ainda está dando pequenos passos e não tem a mesma força da ética social. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16358" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-16358" title="Foto de tuli nishimura via Flickr2" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Foto-de-tuli-nishimura-via-Flickr2.jpg" alt="Foto de tuli nishimura via Flickr" width="300" height="400" /><p class="wp-caption-text">Foto de Tuli Nishimura via Flickr</p></div>
<p>O moralmente aceitável pode ser relativo à história, uma época ou um povo. Dias atrás numa conversa na redação da Página22, falamos que a ética ambiental ainda está dando pequenos passos e não tem a mesma força da ética social. Usar bicicleta como meio de transporte ou consumir orgânicos é visto mais como um estilo de vida do que uma atitude ética com a natureza ou com o próximo. Não é muito legal sair por aí afirmando que você não separa o lixo reciclável, mas ninguém vai dizer que isso é antiético ou que você é uma pessoa de má indole.</p>
<p>No dia seguinte, encontrei um interessante <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2012/feb/03/fossil-fuels-slavery" target="_blank">artigo de Jean-François Mouhot</a>, no jornal The Guardian, com uma analogia entre o uso da mão de obra escrava e dos combustíveis fósseis. Assim como olhamos para o passado e condenamos a escravidão, as próximas gerações irão nos condenar pelos danos cometidos contra o planeta, ele diz.</p>
<p>Os escravos teriam ocupado o lugar onde hoje estão as máquinas que fazem “trabalhos sujos e pesados” que ninguém quer. E como essas máquinas funcionam com energia das fontes fósseis, o homem continua dependente de algo externo para ter a “missão cumprida”. Mouhot também destaca que tanto a escravatura quanto os combustíveis fósseis foram considerados por muito tempo aceitáveis para a maioria das pessoas e depois contestados, conforme seus prejuízos foram percebidos.</p>
<p>A ética deveria estar na discussão da queima de combustíveis fósseis porque, mesmo não sendo um crime contra a humanidade, provoca danos indiretos. De acordo com <a href="http://www.who.int/healthinfo/global_burden_disease/GlobalHealthRisks_report_full.pdf" target="_blank">um estudo da Word Health Organisation</a>, a atividade, que já foi símbolo de progresso, causa 150 mil mortes por ano de forma indireta. Mouhot  cita o envolvimento de governos e empresas interessadas na exploração de petróleo que gera guerras e a queda de regimes eleitos democraticamente.</p>
<p>Também para Mouhot, a história da abolição da escravatura é a prova de “quão turva pode ser a fronteira entre o bom e o mal e quão rápida ela pode mudar”. E não deveria ser surpreendente que hoje haja resistência nas teorias sobre o aquecimento global. “Nossas sociedades, assim como as escravistas, têm interesses em ignorar os consensos científicos”. E já que podemos aprender com as experiências do passado, ele propõe que as campanhas pela abolição da escravatura sirvam de exemplo para o combate ao aquecimento global.</p>
<p>Os escravos só deixaram de ser mão de obra porque foi encontrada uma alternativa. Da mesma forma, o mundo atual já descobriu as tecnologias verdes e fontes renováveis e deve agora investir mais nisso, para Mouhot. Se isso não acontecer,  “gerações futuras olharão para nós e questionarão como nossa civilização pôde ter sido tão atrasada e moralmente cega”, disse. E questionou: “será que a próxima geração vai saber que tivemos alternativas?” A resposta, para ele, é seguir o curso da história e da transformação da moral:</p>
<p>“Provavelmente não. Eles vão nos amaldiçoar pelos danos irreparáveis que causamos ao planeta. É claro que dirão que fomos povos bárbaros.”</p>
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		<title>Página22 no tablet e smartphone</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 20:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>

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		<description><![CDATA[Além das versões impressa e online, a revista Página22 está disponível em formato para tablets e smartphones. Agora, ficou ainda mais fácil acessar nossos conteúdos.
Página22 acredita no poder do acesso à informação, por isso, todo o conteúdo do site,  que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16230" class="wp-caption alignleft" style="width: 191px"><img class="size-medium wp-image-16230" title="Andyi via Flickr" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Andyi-via-Flickr-181x198.jpg" alt="Foto de Andyi via Flickr" width="181" height="198" /><p class="wp-caption-text">Foto de Andyi via Flickr</p></div>
<p>Além das versões impressa e online, a revista Página22 está disponível em formato para tablets e smartphones. Agora, ficou ainda mais fácil acessar nossos conteúdos.</p>
<p>Página22 acredita no poder do acesso à informação, por isso, todo o conteúdo do site,  que inclui a <a href="http://pagina22.com.br/index.php/category/revista/" target="_blank">versão impressa</a>, pode ser acessado gratuitamente e disseminado mediante  a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/" target="_blank">licença Creative Commons</a>.</p>
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		<title>Biocombustível de whisky e tequila</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 21:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Scharf</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que os biocombustíveis eram produzidos em uns poucos sabores:  cana, dendê, milho, soja. O cardápio hoje é enorme e inclui matérias-primas não convencionais, como o ágave, base da tequila, sobras da produção de whisky, cascas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16206" class="wp-caption aligncenter" style="width: 239px"><a href="http://www.flickr.com/photos/booleansplit/3647443398/"><img class="size-large wp-image-16206" title="whisky" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/whisky-229x270.jpg" alt="Whisky fotografado por Robert S. Donovan" width="229" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Whisky fotografado por Robert S. Donovan</p></div>
<p>Foi-se o tempo em que os biocombustíveis eram produzidos em uns poucos sabores:  cana, dendê, milho, soja. O cardápio hoje é enorme e inclui matérias-primas não convencionais, como o ágave, base da tequila, sobras da produção de whisky, cascas de laranja e até óleo de camelina, usado na Europa desde o Neolítico para abastecer lampiões.</p>
<p>Os esforços mais promissores envolvem a produção de biodiesel a partir de algas. Essa via tem mobilizado dezenas de empresas norte-americanas e investimentos milionários. Um<a href="http://www.treehugger.com/renewable-energy/algae-biofuels-could-replace-17-of-us-imported-oil.html" target="_self"> estudo do Departamento de Energia</a> do governo norte-americano, estima que o biodiesel de algas poderia substituir 17% do petróleo importado pelos Estados Unidos (cálculo baseado nas importações realizadas em 2008). Mas essa porcentagem poderia chegar a quase 50% se a produção de biodiesel de algas não se limitasse aos estados mais úmidos e quentes (onde os custos e impactos ambientais do negócio são menores).</p>
<p>Aqui vai uma pequena lista de matérias-primas promissoras que estão sendo estudadas na Europa e nos Estados Unidos:</p>
<ul>
<li>O <a href="http://chemicallygreen.com/kudzu-ethanol/">kudzu</a> é uma planta rasteira asiática considerada praga nos Estados Unidos. Um estudo indica que ele pode ter uma produtividade de cerca de 500 litros por hectare &#8211; mas a sua expansão como combustível parece empacada.</li>
<li>Pesquisadores da Napier University, em Edimburgo, concluíram que dois sub-produtos das destilarias de <a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2010/aug/17/whisky-biobuel-scotland" target="_blank">whisky</a>, responsáveis por uma fração importante da economia da Escócia, podem ser usados para produzir butanol.</li>
<li>O <a href="http://www.chicagotribune.com/business/ct-biz-0117-aviation-biofuels-20120117,0,2995108.story" target="_blank">ágave</a>, cáctus que cresce em áreas semi-desérticas, é utilizado na fabricação de tequila e tem grande potencial para a produção de etanol, segundo pesquisa da Universidade de Oxford.</li>
<li>O<a href="http://oilprice.com/Alternative-Energy/Biofuels/Biofuel-Advances-Obtaining-More-Energy-From-Switchgrass.html" target="_blank"> switchgrass</a>, um tipo de capim comum na América do Norte, usado na produção de feno, é visto como uma das matérias-primas mais promissoras e de menor impacto ambiental, assim como as algas. O governo dos EUA está testando variedades transgênicas, com maior produtividade.</li>
</ul>
<p>A busca de matérias-primas diversas é importante por dois motivos: o primeiro é que a produção de biocombustíveis elaborados com espécies comestíveis têm elevado o preço dos grãos e comprometido a segurança alimentar em várias partes do planeta. O segundo é que regiões com escassez de terras aráveis ou baixa pluviosidade podem encontrar uma solução local e compatível com a sua realidade &#8211; caso do ágave, por exemplo.</p>
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		<item>
		<title>Rota da Reciclagem para Iphone</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rota da Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[tetra pack]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que foi lançado pela Tetra Pak, há quatro anos, o site Rota da Reciclagem é uma ferramenta importante para o cidadão ativo em coleta seletiva, que mostra onde é possível entregar embalagens longa vida pós-consumo para que sejam recicladas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16198" class="wp-caption alignleft" style="width: 308px"><img class="size-medium wp-image-16198" title="Crystian Cruz" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Crystian-Cruz-298x198.jpg" alt="Foto de Crystian Cruz via Flickr" width="298" height="198" /><p class="wp-caption-text">Foto de Crystian Cruz via Flickr</p></div>
<p>Desde que foi lançado pela Tetra Pak, há quatro anos, o site <a href="http://www.rotadareciclagem.com.br" target="_blank">Rota da Reciclagem</a> é uma ferramenta importante para o cidadão ativo em coleta seletiva, que mostra onde é possível entregar embalagens longa vida pós-consumo para que sejam recicladas. E para tornar as informações mais acessíveis, foi lançada a versão de aplicativo para Iphone  e Ipad, disponíveis para compra na <a href="http://itunes.apple.com/br/app/rota-da-reciclagem-tetra-pak/id483224874?mt=8">Apple Store</a>.</p>
<p>O Rota da Reciclagem têm 3.400 iniciativas cadastradas em todo o país, entre cooperativas de catadores, pontos de entrega voluntárias e comércios que compram lixo reciclável. Também é possível colaborar com o site enviando informações de locais que ainda não estão cadastrados.</p>
<p>Outro site que ajuda o cidadão a encontrar onde descartar o lixo reciclável é o Revela, uma plataforma interativa em que são demarcadas ações positivas e denúncias. Leia mais sobre o Revela na a reportagem “<a href="http://pagina22.com.br/index.php/2011/12/revelacoes-digitais/" target="_blank">Revelações Digitais</a>”.</p>
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		<title>Ambientalismo e ativismo no Oscar</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 17:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Pardini</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ecoterrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Flavia Pardini]]></category>
		<category><![CDATA[If a Tree Falls]]></category>
		<category><![CDATA[Occupy Wall Street]]></category>
		<category><![CDATA[Oscars]]></category>

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		<description><![CDATA[A julgar pelos filmes agraciados com mais indicações ao Oscar, ambientalismo e ativismo não estão entre os temas que o cinema trouxe à massa no ano que passou: tanto “O Artista” como “Hugo” enaltecem o passado glorioso da sétima arte. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16192" class="wp-caption alignleft" style="width: 412px"><a href="http://www.flickr.com/photos/54829270@N00/3893586483"><img class="size-large wp-image-16192" title="http://www.flickr.com/photos/54829270@N00/3893586483" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/3893586483_c3de2fd6e7-402x270.jpg" alt="Foto de Davidlohr Bueso via Flickr" width="402" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Davidlohr Bueso via Flickr</p></div>
<p>A julgar pelos filmes agraciados com mais indicações ao Oscar, ambientalismo e ativismo não estão entre os temas que o cinema trouxe à massa no ano que passou: tanto “O Artista” como “Hugo” enaltecem o passado glorioso da sétima arte. Mas a categoria de documentários mostra que nem todos os cineastas se esquivam de assuntos complexos. <a href="http://www.ifatreefallsfilm.com/" target="_blank">“If a Tree Falls”</a>, sobre a <a href="http://earth-liberation-front.org/" target="_blank">Earth Liberation Front</a> (ELF), um coletivo ativo nos anos 90 na Europa e nos Estados Unidos que usava táticas de guerrilha para cessar a destruição do meio ambiente, é um dos indicados como melhor documentário do ano.</p>
<p>Em 2001, antes dos ataques ao World Trade Center, o FBI declarou a ELF como a principal ameaça terrorista doméstica nos Estados Unidos, embora a intenção de seus ataques fosse causar prejuízo econômico e não medo ou mortes. Seguiram-se uma série de prisões de ativistas ligados ao coletivo. O filme acompanha um deles, Daniel McGowan, do momento em que foi acusado de <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2008/11/etica-da-emboscada/" target="_blank">eco-terrorismo</a> por dois incêndios contra companhias madeireiras no estado de Oregon até sua prisão um ano depois. Sua pena, originalmente de prisão perpétua, acabou reduzida para 7 anos e termina em 2014.</p>
<p>Os diretores do documentário ouviram não só Daniel, sua família, e outros ativistas da ELF, mas os promotores do caso, detetives e vítimas dos incêndios. “É uma história que faz perguntas, não tentamos respondê-las”, <a href=" http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=jDBb1F2tiNs#!" target="_blank">diz </a>o diretor Marshall Curry. “Como definimos terrorismo? Quando sabotagem ou vandalismo se tornam terrorismo? O que é ativismo, o que é ativismo eficaz, o que é ético?”</p>
<p>Em <a href="http://dotearth.blogs.nytimes.com/2011/12/13/if-a-tree-falls-can-it-win-an-oscar/" target="_blank">entrevista </a>ao <em>The New York Times</em>, Curry disse ver uma relação entre o tema de seu filme e o recente movimento Occupy Wall Street. “Acho que o filme é um importante alerta para que ativistas pensem cuidadosamente sobre táticas, e um alerta para a polícia pense sobre suas respostas ao ativismo porque algumas levam as pessoas para a discussão democrática e outras causam a radicalização”.</p>
<p>Os diretores dizem ter embarcado na história de Daniel e da ELF sem uma opinião formada sobre o personagem e o assunto. O resultado, acreditam, é justo. “Se o Daniel tivesse se mostrado um monstro louco, o filme teria refletido isso, e se ele tivesse se revelado como um santo completamente inocente, o filme teria refletido isso”, disse Curry. “Mas, ao contrário, ele – como quase todo mundo que encontramos, e como a maioria dos seres humanos na vida real – mostrou tons de cinza. E foi assim que nós mostramos a ele e aos temas”.</p>
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		<title>Vida e morte de uma bicicleta</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[Red Peak]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria da Janela Quebrada]]></category>

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		<description><![CDATA[O plano era observar por um ano  o que aconteceria com uma bicicleta estacionada na rua, mas o grupo levou menos que 365 dias para descobrir
Quanto tempo dura intacta uma bicicleta acorrentada na rua? Para saber até onde vai o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O plano era observar por um ano  o que aconteceria com uma bicicleta estacionada na rua, mas o grupo levou menos que 365 dias para descobrir</em></p>
<div id="attachment_16175" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class="size-large wp-image-16175" title="Bike NY_ Foto de Premshree Pillai" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bike-NY_-Foto-de-Premshree-Pillai-270x270.jpg" alt="Foto de Premshree Pillai via Flickr" width="270" height="270" /><p class="wp-caption-text">Foto de Premshree Pillai via Flickr</p></div>
<p>Quanto tempo dura intacta uma bicicleta acorrentada na rua? Para saber até onde vai o senso de cidadania e respeito aos bens alheios das pessoas, a empresa<a href="http://redpeakgroup.com/" target="_blank"> Red Paek</a> fez um experimento, chamado “Life-cicle  &#8211; 365 dias na vida de uma bicicleta em NY”: prendeu uma bicicleta numa rua movimentada  e a acompanhou com fotografias diárias. O resultado é o vídeo ao lado.</p>
<p>No dia 1 de janeiro de 2011, a bicicleta estava lá, completa com cesto, garrafa de água e lanternas, cercada pela neve do inverno. Por 230 dias ficou intocada, ganhando apenas a companhia de outras bicicletas ao seu lado. Mas assim que o primeiro item foi tirado, demorou apenas 40 dias para que tivesse sido completamente devastada, ou como diríamos aqui no Brasil, “rapada”.</p>
<p>O caso é uma mostra da  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_Janelas_Partidas" target="_blank">Teoria da Janela Quebrada</a>, criada nos anos 80 por cientistas sociais norte-americanos para explicar o vandalismo e crimes nas cidades.  Segundo a teoria, um prédio conservado dificilmente é depredado sem motivos, mas assim que uma janela é quebrada, as pessoas entendem que não há ninguém responsável pelo imóvel e tendem a não respeitá-lo mais. Em pouco tempo, todas as janelas ficam quebradas também.</p>
<p>No caso da bicicleta de Nova York, enquanto ela estava completa, as pessoas provavelmente acharam que seu dono logo voltaria. Com o passar do tempo e a possível percepção do abandono, alguém removeu o primeiro acessório, abrindo caminho para os próximos aproveitadores. Quando os 365 dias se completaram, não havia nem sombra da antiga bicicleta.</p>
<p>Além de um ótimo teste de comportamento, fica a dica: não largue sua bicicleta por aí se ela estiver descuidada.</p>
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		<title>10 infográficos essenciais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Scharf</dc:creator>
				<category><![CDATA[De lá pra cá]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[carvão]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[epidemias]]></category>
		<category><![CDATA[pedestre]]></category>
		<category><![CDATA[pegada de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah, infográficos&#8230;essas deliciosas pílulas de conhecimento que resumem o mundo em umas poucas imagens bem organizadas. Podem se tornar um vício &#8211; mas esteja atento à fonte das informações. Assim como as estatísticas &#8211; números que, se torturados, dizem exatamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, infográficos&#8230;essas deliciosas pílulas de conhecimento que resumem o mundo em umas poucas imagens bem organizadas. Podem se tornar um vício &#8211; mas esteja atento à fonte das informações. Assim como as estatísticas &#8211; números que, se torturados, dizem exatamente aquilo que você quer ouvir &#8211; os infográficos podem ser tão desinformados ou ideológicos quanto qualquer outra fonte de conhecimento.</p>
<p>Delicie-se com estes 10 infográficos essenciais. A maior parte deles vem da revista <a href="http://www.good.is/infographics" target="_blank">Good</a> e do website <a href="http://dailyinfographic.com/" target="_blank">Daily Infographic</a>. Clique nas imagens para chegar na versão ampliada da fonte original. Peço desculpas de antemão a quem não lê em inglês. Tentei encontrar bons infográficos em português e espanhol sem sucesso.</p>
<p>1 &#8211; A indústria do petróleo em um piscar de óleo &#8211; quem produz, estimativa de reservas, quem consome, os diferentes derivados do petróleo, os riscos de esgotamento dos estoques. Curiosamente, foi produzido por um website que comercializa veículos.</p>
<p><a href="http://dailyinfographic.com/oil-the-modern-worlds-lifeblood-infographic"><img class="aligncenter size-large wp-image-16101" title="oil" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/oil-152x270.jpg" alt="oil" width="152" height="270" /></a></p>
<p>2- A evolução da educação e do acesso à tecnologia ao longo dos anos desde a tradição oral na Pré-História. Mas cuidado: as estatísticas parecem dizer respeito apenas à Grã-Bretanha.</p>
<p><a href="http://dailyinfographic.com/students-through-the-ages-infographic"><img class="aligncenter size-large wp-image-16100" title="education" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/education-149x270.jpg" alt="education" width="149" height="270" /></a></p>
<p>3 &#8211; As grandes pandemias, da varíola à peste negra, passando pelo cólera, o sarampo e a Aids.</p>
<p><a href="http://dailyinfographic.com/outbreak-historys-deadliest-pandemics-infographic"><img class="aligncenter size-large wp-image-16098" title="pandemias" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/pandemias-406x247.jpg" alt="pandemias" width="406" height="247" /></a></p>
<p>4 &#8211; Acesso à Justiça Social em várias partes do mundo. Ele seria bárbaro se não olhasse praticamente só para os países ricos e se mencionasse o Brasil.</p>
<p><a href="http://awesome.good.is/transparency/web/1111/JusticeForAll/flash.html"><img class="aligncenter size-large wp-image-16095" title="justica" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/justica-406x234.jpg" alt="justica" width="406" height="234" /></a></p>
<p>5 &#8211; Quem fuma? Boas estatísticas globais &#8211; mais uma vez, o Brasil não está incluído.</p>
<p><a href="http://awesome.good.is/transparency/web/1111/JusticeForAll/flash.html"></a><a href="http://awesome.good.is/transparency/web/1111/nicotine/flat.html"><img class="aligncenter size-large wp-image-16094" title="nicotina" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nicotina-406x242.jpg" alt="nicotina" width="406" height="242" /></a></p>
<p>6 &#8211; Os reis da inovação em termos de patentes, invenções efetivamente lançadas e seu alcance internacional. Note que nem o Brasil nem a China aparecem.</p>
<p><a href="http://www.good.is/post/infographic-the-world-s-leading-innovators/"><img class="aligncenter size-full wp-image-16088" title="Innovators" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Innovators.JPG" alt="Innovators" width="297" height="154" /></a></p>
<p>7 &#8211; A evolução do preço da tecnologia, do Atari ao Wii, dos primeiros computadores aos atuais.</p>
<p><a href="http://www.good.is/post/infographic-the-world-s-leading-innovators/"></a><a href="http://dailyinfographic.com/the-cost-of-technology-over-the-decades-infographic"><img class="aligncenter size-large wp-image-16090" title="techno" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/techno-129x270.jpg" alt="techno" width="129" height="270" /></a></p>
<p>8 &#8211; Este é particularmente interessante. Mostra como os investimentos federais norte-americanos para estimular o uso da bicicleta e os deslocamentos por bicicleta está ampliando esses modos de transporte.</p>
<p><a href="http://dailyinfographic.com/foot-powered-infographic"><img class="aligncenter size-large wp-image-16091" title="foot" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/foot-351x270.jpg" alt="foot" width="351" height="270" /></a></p>
<p>9 &#8211; Produção global de carvão. Clique na imagem para chegar numa versão animada.</p>
<p><a href="http://daily.sightline.org/2012/01/19/four-pictures-of-international-coal/"><img class="aligncenter size-large wp-image-16092" title="coal" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/coal-333x270.jpg" alt="coal" width="333" height="270" /></a></p>
<p>10 &#8211; E, finalmente, um indispensável: a pegada de carbono do Papai Noel.</p>
<p><a href="http://daily.sightline.org/2012/01/19/four-pictures-of-international-coal/"></a><a href="http://dailyinfographic.com/santas-carbon-footprint-infographic"><img class="aligncenter size-large wp-image-16097" title="santa" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/santa-178x270.jpg" alt="santa" width="178" height="270" /></a></p>
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		<title>Página22 finalista do Greenbest</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da redação]]></category>
		<category><![CDATA[Greenbest]]></category>
		<category><![CDATA[Greenvana]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[veículo de comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Premiação escolherá as melhores iniciativas em sustentabilidade do país por voto popular e de especialistas

A revista Página22 está entre os dez finalistas do Prêmio Greenbest, na categoria Veículo de Comunicação. Dois vencedores serão escolhidos, um por voto popular e outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Premiação escolherá as melhores iniciativas em sustentabilidade do país por voto popular e de especialistas</em></p>
<p><em></em><br />
<img class="alignleft size-large wp-image-16073" title="Greenbest_logo" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Greenbest_logo-282x270.jpg" alt="Greenbest_logo" width="282" height="270" />A revista Página22 está entre os dez finalistas do <a href="http://greenbest.greenvana.com/" target="_blank">Prêmio Greenbest</a>, na categoria Veículo de Comunicação. Dois vencedores serão escolhidos, um por voto popular e outro pela Academia Greenbest, composta por profissionais e personalidades influentes do setor.</p>
<p>Esse ano é a segunda vez que a empresa Greenvana realiza a premiação que escolherá as melhores iniciativas voltadas ao meio ambiente e sustentabilidade em áreas que abrangem tanto produtos e serviços quanto personalidades, campanhas publicitárias e imprensa. Entre as 19 categorias estão: sites e aplicativos, materiais para construção, iniciativas governamentais, ONG, personalidade do ano, jornalista e blogueiro.</p>
<p>A premiação visa  destacar as iniciativas que são exemplos de sustentabilidade no País e assim contribuir para fortalecer suas práticas. Na primeira edição, em 2011, a iniciativa somou 500 mil votos.</p>
<p>Página22 é reconhecida por seus leitores como um veículo único e de referência, segundo nossa <a href="http://pagina22.com.br/index.php/2011/05/confira-os-resultados-da-pesquisa-de-opiniao-sobre-pagina22/" target="_blank">pesquisa de opinião</a>. Entre as qualidades apontadas estão a abordagem dos assuntos com enfoques inusitados, ângulos diferenciados e criatividade. Além da capacidade da revista estar na vanguarda, atuando como um radar de tendências, sem perder a profundidade, por meio de reflexões, consistência no conteúdo, coerência teórica e ampliação da visão de mundo.</p>
<p>Se você compartilha dessa avaliação, <a href="http://greenbest.greenvana.com/lista-candidato-2012/?idcategoria=16&amp;pag=1" target="_blank">vote na revista </a>e contribua para fortalecer um veículo sem fins lucrativos, envolvido com a causa da sustentabilidade, independente, crítico e questionador. Faça da revista a sua voz.</p>
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