Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Informação para o novo século

Edição 22

01.08.2008

Agende-se

0 por P22 # em 22, Revista

COMPARTILHE:
  • Facebook
  • Twitthis
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Google Bookmarks

 
Por Carolina Derivi
A décima edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) terminou em junho, na cidade de Goiás (GO), mas, até o final do ano, uma mostra itinerante vai levar os filmes vencedores nas nove categorias a várias cidades brasileiras.
É a oportunidade de se conhecer algumas raridades do cinema mundial, fora do circuito regular, como o documentário Delta, o Jogo Sujo do Petróleo, do diretor grego Yorgos Avgeropoulos, ganhador do prêmio de Melhor Longa-metragem.  O filme trata da exploração petrolífera no delta do Rio Níger, na Nigéria, e dos impactos socioambientais de vazamentos e rejeitos do combustível.
Também não faltam representantes do cinema nacional, como o filme Benzeduras, da diretora Adriana Rodrigues, que explora a interface entre o natural e o sagrado nas práticas populares de cura do interior de Goiás.  O longa amealhou o prêmio de Melhor Produção Goiana.
Depois de passar os primeiros dias de agosto no Rio de Janeiro, a mostra segue para Florianópolis, entre os dias 13 e 15, e chega a Brasília no dia 10 de setembro.
Em outubro, é a vez de São Paulo e Vitória receberem o Fica, respectivamente de 8 a 10 e de 16 a 17.  Para mais informações, acesse www.fica.art.br.
Por Carolina Derivi
A décima edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) terminou em junho, na cidade de Goiás (GO), mas, até o final do ano, uma mostra itinerante vai levar os filmes vencedores nas nove categorias a várias cidades brasileiras.
É a oportunidade de se conhecer algumas raridades do cinema mundial, fora do circuito regular, como o documentário Delta, o Jogo Sujo do Petróleo, do diretor grego Yorgos Avgeropoulos, ganhador do prêmio de Melhor Longa-metragem.  O filme trata da exploração petrolífera no delta do Rio Níger, na Nigéria, e dos impactos socioambientais de vazamentos e rejeitos do combustível.
Também não faltam representantes do cinema nacional, como o filme Benzeduras, da diretora Adriana Rodrigues, que explora a interface entre o natural e o sagrado nas práticas populares de cura do interior de Goiás.  O longa amealhou o prêmio de Melhor Produção Goiana.
Depois de passar os primeiros dias de agosto no Rio de Janeiro, a mostra segue para Florianópolis, entre os dias 13 e 15, e chega a Brasília no dia 10 de setembro.
Em outubro, é a vez de São Paulo e Vitória receberem o Fica, respectivamente de 8 a 10 e de 16 a 17.  Para mais informações, acesse www.fica.art.br.

Deixe seu comentário