Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Informação para o novo século

Edição 12

02.09.2007

Nova avaliação na praça

0 por P22 # em 12, Revista

COMPARTILHE:
  • Facebook
  • Twitthis
  • del.icio.us
  • FriendFeed
  • Google Bookmarks

 
Por Amália Safatle
Ferramenta já consolidada para avaliação de risco de crédito, o Credit Rating da Serasa fornece informações econômico-financeiras das principais companhias no Brasil.  A novidade é que um produto similar foi lançado pela empresa, desta vez para análise do risco ambiental.  “Trata-se de um instrumento a mais para tomada de decisão na concessão de empréstimos”, conta Franklin Mendes Thame, gerente de produtos de risco socioambiental da Serasa.  “Hoje poucos bancos fazem esse tipo de avaliação.  Com a nova ferramenta, a prática pode ser generalizada”, avalia Victorio Mattarozzi, sócio da Finanças Sustentáveis, consultoria voltada à sustentabilidade no setor fi nanceiro.  Ele e seu sócio Cássio Trunkl explicam que empresas bem pontuadas na avaliação ambiental da Serasa deverão pagar spreads menores.
Por isso, as que têm bom desempenho ambiental tendem a responder o questionário distribuído a mais de 2 mil empresas no País.  O produto, chamado Relatório de Responsabilidade Ambiental (RRA), permite avaliação das empresas segundo quatro critérios: política e gestão ambiental; forma de uso dos recursos naturais; medidas adotadas para evitar, diminuir ou remediar impactos; e cumprimento das disposições legais.  O atendimento a esses parâmetros resulta numa nota, enquanto o não-atendimento pontua negativamente.
Mais que isso, explicam os consultores, o RRA dará informações para que os bancos forneçam produtos e serviços financeiros específi cos para as empresas superarem suas vulnerabilidades.  E para elas será uma forma de identificá-las e corrigi-las.
Um dos benchmarks utilizados na construção do questionário foi o Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa (ISE).  Até o fim do ano, informa Thame, a Serasa lançará também o Relatório de Responsabilidade Social, produto que se unirá aos anteriores (econômico-fi nanceiro e ambiental) para completar o tripé da sustentabilidade.
Por Amália Safatle
Ferramenta já consolidada para avaliação de risco de crédito, o Credit Rating da Serasa fornece informações econômico-financeiras das principais companhias no Brasil.  A novidade é que um produto similar foi lançado pela empresa, desta vez para análise do risco ambiental.  “Trata-se de um instrumento a mais para tomada de decisão na concessão de empréstimos”, conta Franklin Mendes Thame, gerente de produtos de risco socioambiental da Serasa.  “Hoje poucos bancos fazem esse tipo de avaliação.  Com a nova ferramenta, a prática pode ser generalizada”, avalia Victorio Mattarozzi, sócio da Finanças Sustentáveis, consultoria voltada à sustentabilidade no setor fi nanceiro.  Ele e seu sócio Cássio Trunkl explicam que empresas bem pontuadas na avaliação ambiental da Serasa deverão pagar spreads menores.
Por isso, as que têm bom desempenho ambiental tendem a responder o questionário distribuído a mais de 2 mil empresas no País.  O produto, chamado Relatório de Responsabilidade Ambiental (RRA), permite avaliação das empresas segundo quatro critérios: política e gestão ambiental; forma de uso dos recursos naturais; medidas adotadas para evitar, diminuir ou remediar impactos; e cumprimento das disposições legais.  O atendimento a esses parâmetros resulta numa nota, enquanto o não-atendimento pontua negativamente.
Mais que isso, explicam os consultores, o RRA dará informações para que os bancos forneçam produtos e serviços financeiros específi cos para as empresas superarem suas vulnerabilidades.  E para elas será uma forma de identificá-las e corrigi-las.
Um dos benchmarks utilizados na construção do questionário foi o Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa (ISE).  Até o fim do ano, informa Thame, a Serasa lançará também o Relatório de Responsabilidade Social, produto que se unirá aos anteriores (econômico-fi nanceiro e ambiental) para completar o tripé da sustentabilidade.

Deixe seu comentário