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Informação para o novo século

Edição 09

01.06.2007

Percepção em alta, ação em baixa

0 por P22 # em 09, Revista

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Por Maurício Araújo
O aquecimento global já é conhecido pela maior parte dos brasileiros.  No entanto, apenas uma pequena parcela da população afirma estar fazendo algo ou sabe o que fazer para evitá-lo.  É o que demonstra a Pesquisa sobre Meio Ambiente e Aquecimento Global, realizada pela Ipsos Public Affairs para o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), realizada em 70 cidades e 9 regiões metropolitanas.
Segundo o levantamento, 79% dos brasileiros já ouviram falar do fenômeno e estão cientes do risco de catástrofe.  Para 72% deles, suas vidas serão diretamente afetadas.  Nas classes A e B, o conhecimento chega a 96%.  Mas 58% afirmam não estar fazendo nada para evitar as mudanças no clima.  Daqueles que contribuem de alguma forma, as ações ainda são tímidas: 22% aderem à coleta seletiva de lixo, 13% não compram produtos com grande impacto ambiental, 5% preferem itens com embalagens fáceis de eliminar e 2% afirmam usar carro a álcool.
O desmatamento encabeça a lista dos “vilões” do aquecimento: é citado por 50% das pessoas.  Em seguida, vêm indústria (16%), aumento de poluentes (14%), desperdício de água e energia (3%), governo (3%), automóveis (2%) e agricultura (1%).  Não souberam ou não quiseram responder 11% dos entrevistados.

Por Maurício Araújo

O aquecimento global já é conhecido pela maior parte dos brasileiros.  No entanto, apenas uma pequena parcela da população afirma estar fazendo algo ou sabe o que fazer para evitá-lo.  É o que demonstra a Pesquisa sobre Meio Ambiente e Aquecimento Global, realizada pela Ipsos Public Affairs para o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), realizada em 70 cidades e 9 regiões metropolitanas.

Segundo o levantamento, 79% dos brasileiros já ouviram falar do fenômeno e estão cientes do risco de catástrofe.  Para 72% deles, suas vidas serão diretamente afetadas.  Nas classes A e B, o conhecimento chega a 96%.  Mas 58% afirmam não estar fazendo nada para evitar as mudanças no clima.  Daqueles que contribuem de alguma forma, as ações ainda são tímidas: 22% aderem à coleta seletiva de lixo, 13% não compram produtos com grande impacto ambiental, 5% preferem itens com embalagens fáceis de eliminar e 2% afirmam usar carro a álcool.

O desmatamento encabeça a lista dos “vilões” do aquecimento: é citado por 50% das pessoas.  Em seguida, vêm indústria (16%), aumento de poluentes (14%), desperdício de água e energia (3%), governo (3%), automóveis (2%) e agricultura (1%).  Não souberam ou não quiseram responder 11% dos entrevistados.

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