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Análise mostra que temperaturas acima de 28°C, associadas à queda de desempenho, ficaram mais prováveis em quase todas as partidas do torneio. Quase metade dos jogos programados tem ao menos 50% de chance de ocorrer sob condições capazes de comprometer o desempenho dos jogadores.
É lançada a 2ª edição de “O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global”
O relatório amplia a análise para todos os biomas brasileiros, revela o papel do agronegócio na expansão das florestas brasileiras, e defende a adaptação climática como eixo estruturante da economia florestal. Mas, sem mudanças estruturais na forma de financiar a agenda florestal, apenas ampliar o fluxo de recursos não será suficiente. O levantamento, que será apresentado nas três COPs deste ano, foi realizado por Instituto Arapyaú, Instituto Itaúsa, Agroicone, Indústria Brasileira de Árvores, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Instituto Clima e Sociedade, Imazon, Amazônia 2030, CEBDS e Uma Concertação para a Amazônia, com edição da Página22. Um dos objetivos é influenciar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) para que reconheça as florestas como centrais para remoção e armazenamento de carbono
Estudo da Proteção Animal Mundial analisou 17 editais e programas que somam mais de R$ 685 milhões e identificou a falta de exigência de monitoramento da fauna.
Cidades amazônicas enfrentam o déficit histórico de saneamento
Apenas 29,5% dos domicílios da Amazônia Legal contam com um serviço adequado, frente a uma média nacional de 74,6%. A universalização do saneamento básico desponta como uma das principais estratégias de adaptação climática urbana, segundo plenária promovida pela rede Uma Concertação pela Amazônia.
Cerca de 60% das cidades e estados já sentem impacto do clima extremo em 2026, segundo CDP
Apenas 35% das empresas ao redor do mundo reconhecem eventos climáticos extremos como um risco financeiro material, enquanto 62% das cidades, estados e regiões já relatam sofrer os impactos, segundo análise do CDP. A organização recomenda que as empresas tratem eventos climáticos extremos como um risco empresarial sistêmico, reconhecendo sua dependência de sistemas compartilhados, como infraestrutura, serviços públicos e redes logísticas, em vez de focar apenas na exposição de seus ativos
A primeira carta da presidência da COP 31 ressalta que os Sistemas Alimentares devem estar no centro da agenda climática internacional ao destacar a importância da segurança alimentar, do desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis, da economia circular e da integração entre clima, biodiversidade e solo.
